sexta-feira, 25 de novembro de 2016

APL Cosméticos e SEBRAE-SP incentivam empresas a melhorar gestão

Da Redação

A APL Cosméticos de Diadema e Região oferece condições para que as empresas do setor façam diagnóstico do trabalho que realizam e, com isso, melhorem seus desempenhos e gerem mais trabalho e renda.  A oportunidade se viabiliza por meio do SEBRAE-SP, parceiro do arranjo produtivo, que dispõe de ferramenta online para chegar a esse objetivo. A empresa interessada deve acessar  a página do "diagnóstico da gestão" e preencher cadastro apontando gargalos e dificuldades. Depois do diagnóstico pronto, cada participante poderá contatar o SEBRAE e dar continuidade ao atendimento.

“O que for falado nessa conversa será preservado”, afirma o gerente regional do SEBRAE-SP, Arthur Achoa. Ele ressalta que não só as empresas de cosméticos podem acionar o benefício. “A ferramenta está disponível a todas as empresas que buscam a melhoria de seus negócios”, diz.  

Para fazer o diagnóstico serão analisadas questões de finanças, produção, marketing e vendas das empresas.  Depois de pronto, as informações avaliadas servirão de base para o trabalho a ser desenvolvido na APL de Cosméticos no próximo ano que vem, conforme detalha o coordenador do arranjo produtivo e economista da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Diadema, Wilson Abreu. “Vamos fazer um encontro coletivo com as empresas inseridas na APL e montar a nossa linha de trabalho para 2017”, afirma.

Mais informações sobre como participar do diagnóstico do SEBRAE podem ser obtidas nos telefones 4433-4270 ou 0800 570 0800, das 9h às 17h.

A APL Cosméticos de Diadema e Região foi lançada em outubro passado e tem como objetivo agregar as empresas da cadeia de cosméticos da Região Metropolitana, visando o aumento da produção, melhoria da mão de obra  e abertura de novos mercados. 

Atualmente 20 empresas participam do  Arranjo Produtivo Local que é gerenciado por oito parceiros: Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC); Ciesp/Diadema; Fatec/Diadema; Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); Prefeitura de Diadema/Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho;  Sebrae/SP ; Senai;  e Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).



inFlux divulga balanço positivo e anuncia novas escolas

Da Redação

A rede de idiomas inFlux English School encerra 2016 com 14 novas unidades abertas e 27 novos contratos em processo de implantação, para os próximos 18 meses. Em termos de faturamento, a rede registrou aumento de 18% em comparação a 2015. 

Há 120 escolas da inFlux no Brasil | Foto: Reprodução 
O sucesso é comemorado pelo gerente de expansão da franquia, Fabio Medeiros. “Foi um ano sensacional, um dos melhores de nossa história. Tivemos um recorde de abertura de novas unidades e de contratos fechados”, conta. 

Neste ano, foram exploradas regiões que apresentavam potencial de crescimento como as cidades interioranas, fora do eixo Rio-São Paulo que, inclusive, continuam no radar da franqueadora para 2017. 

“Consideramos crescer e expandir para todas as regiões do País, mas sem perder o foco de nosso plano de expansão das cidades-alvo que buscamos. Planejamos sempre um crescimento sustentável”, enfatiza Medeiros. 

Com 12 anos de atuação no mercado de franquias de idiomas, atualmente, a inFlux tem 120 escolas em funcionamento em todas as regiões do País.



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Associação Comercial prevê Black Friday positiva para o varejo

Da Redação

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) prevê que a edição deste ano da Black Friday – data comercial que tem se popularizado no Brasil – deverá ter desempenho de vendas melhor do que o do ano passado. Embora não cite número, a entidade, por meio do presidente, Alencar Burti, apresenta três razões principais para que isso aconteça.

Arte: Reprodução
“A primeira é que as quedas das vendas vêm perdendo força nas últimas semanas”, explica. Na primeira quinzena de novembro, por exemplo, o setor cresceu 2,1% na capital paulista em comparação com o mesmo período de 2015 – foi a primeira alta do ano, resultante da base fraca de comparação e do efeito-calendário.  

A segunda causa para o otimismo em relação à Black Friday, segundo Burti, é a popularização do evento, que tem deixado de ser exclusivo do comércio online para se expandir para o varejo físico. “Ou seja, com isso, há uma adesão maior dos estabelecimentos à Black Friday, favorecendo a propaganda em torno da ação. Mais do que isso, tem-se percebido uma ampliação da data em relação ao tempo de vigência, deixando de ser apenas uma sexta-feira para virar um fim de semana ou, em alguns casos, o mês inteiro”.

O terceiro fator que colabora para a análise otimista é a pesquisa que a ACSP fez sobre a primeira parcela do 13º salário, segundo a qual 22,5% dos brasileiros não sabem o que farão com o dinheiro. “Em outras palavras, é uma boa oportunidade para os lojistas atraírem a atenção dos consumidores indecisos com altos descontos”, diz Burti. 

Contudo, ele faz uma ressalva: dependendo do sucesso da Black Friday, o Natal pode ser prejudicado, visto que há uma tendência de as pessoas anteciparem agora as compras de fim de ano.



Banco do Brasil instala laboratório no Vale do Silício

Da Redação 

O Banco do Brasil (BB) consolidou, no último dia 10, o Laboratório Avançado Banco do Brasil (LABB) no Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, região que concentra milhares de empresas de tecnologia, com o objetivo de gerar inovações. Ao perceber a existência desse ambiente cultural diferenciado, no qual muitas das principais empresas digitais do mundo foram gestadas e onde surgem startups a todo momento, o LABB surge para reforçar o posicionamento de inovação do BB, para assimilar e disseminar a cultura digital, identificar oportunidades para o Banco, descobrir startups em seu estágio inicial de operação, além de prospectar soluções em desenvolvimento por fintechs lá baseadas.

É o que explica o diretor de negócios digitais da instituição, Marco Mastroeni: "O LABB faz parte de um projeto de intraempreendedorismo do BB e tem o objetivo, ainda, de fazer a incubação avançada de projetos internos de caráter estratégico para o Banco, além de constituir-se em um meio para que funcionários do Banco do Brasil possam vivenciar o dia a dia do Vale, interagir com empreendedores e empresas já estabelecidas e, no seu retorno ao Brasil, disseminar em suas equipes a cultura digital e o modelo de sucesso daquela região", conta. 

Arte: Reprodução 

Em funcionamento desde junho deste ano, o LABB fica dentro da Plug And Play, uma das aceleradoras mais conhecidas do mundo, dividindo espaço com diversas startups, de diferentes países, proporcionando aos funcionários a oportunidade de viver uma espécie de imersão cultural. Também como parte desse movimento, o BB tornou-se parceiro no ecossistema de fintechs dessa aceleradora.

Atualmente, a estrutura é gerenciada por um Executivo de negócios digitais, Vilmar Grüttner, e está na segunda turma do Estágio em Negócios Digitais. As turmas são compostas por até cinco funcionários do BB, do Brasil, que ficam por até três meses no LABB, para desenvolver projetos como se fossem uma startup. Grüttner esclarece que os projetos vêm, principalmente, de um programa chamado "Pensa BB", que estimula os funcionários a criarem soluções inovadoras para o Banco. 

O modelo proposto para o desenvolvimento do intraempreendedorismo no Banco é composto por quatro etapas: Pensa - Trilha de Negócios Digitais, pré-incubação (denominada Garagem BB), incubação e aceleração. A Trilha de Negócios Digitais se materializa no Action BB, evento em que são reunidos perfis profissionais específicos para formação de times, como analistas de negócios, designers, desenvolvedores e cientistas de dados para a identificação e construção colaborativa de soluções, para as ideias selecionadas no Pensa.

O Banco do Brasil tem ainda um programa de inovação voltado para a área de atacado e também organizou, no ano passado, um hackathon (maratona de programação) de tecnologia entre os funcionários. Dessas iniciativas, surgem ideias que, após processo de seleção, vão para fase de pré-incubação, em que é desenvolvido modelo de negócio, com definição de proposta de valor, a partir de design thinking e outras técnicas correlatas. Já na fase de incubação, que dura três meses, é criado o MVP (minimum viable product), que consiste em uma versão do produto com um conjunto mínimo de características para que possa ser submetido a testes. Após a incubação, o projeto é apresentado a uma banca avaliadora e pode ir para a aceleração, que objetiva a construção para o lançamento da solução em questão. 

Nesse momento, um projeto está em fase de incubação, no Vale do Silício, e outro está em aceleração e deve ser lançado aos clientes no próximo ano. A fase de aceleração tem duração máxima de 12 meses e objetiva a construção de tudo o que for necessário para o lançamento. Durante essa etapa, a área patrocinadora (diretoria ou Unidade do BB) analisa o andamento e o potencial negocial, periodicamente, alinhando-os com a estratégia do Banco. 

Em 2017, a previsão é de que mais 16 ideias sejam incubadas, sendo quatro no Vale do Silício e as demais no Brasil. "Estão em estudo novos locais no Brasil, para novas incubadoras e aceleradoras. Inclusive, parcerias com universidades estão em negociação", adianta Mastroeni. 

Trato

Uma das ideias, já em aceleração no Brasil, é o Trato, aplicativo de educação financeira, voltado a pais e filhos, que está em fase de testes. A intenção é que a novidade auxilie na educação das crianças, com conceitos de responsabilidade, organização e, por meio da gamificação, abordar o valor do dinheiro. O app Trato traz tarefas a crianças de 7 a 13 anos, nas categorias Educação, Tarefas Domésticas, Saúde e Bem Estar e Comportamento. Alguns exemplos são: arrumar a cama, fazer dever de casa e escovar os dentes. A cada tarefa cumprida, as crianças ganham "moedas" no jogo. 

As recompensas não são necessariamente dinheiro, para não criar uma relação superficial e de dependência financeira. Também podem ser ofertados outros presentes e experiências, de acordo com a definição dos pais, como recompensas às tarefas cumpridas. Haverá a possibilidade, ainda, de vincular um cartão ao game. O aplicativo deve estar disponível a todos, correntistas e não-correntistas do BB, ainda neste ano. 


Trato Feito Empresas comemora crescimento e lança o primeiro núcleo

Por Vitor Lima

Com a aproximação do fim do ano, as empresas já começam a avaliar o desempenho de 2016 e realizar o balanço anual. No Trato Feito Empresas (TFE), grupo impulsionador de networkig, não é diferente. E, por lá, nem é preciso o ano acabar para verificar que 2016 foi generoso e trouxe ganhos significativos para a rede.

Tudo começou, em fevereiro, em um grupo do Facebook que contava com cerca de 300 membros empreendedores. Hoje, nove meses depois, este número cresceu cerca de 3.300% - e a iniciativa beira os 10 mil membros. Devida a boa aceitação do grupo, Milene Nicolau, CEO do TFE, decidiu organizar eventos para reunir todo esse pessoal com potencial para realizar negócios. E deu certo. De lá para cá foram realizados sete eventos (existem mais dois que serão realizados até o fim deste ano), que rodaram o ABC, capital e Baixada Santista, e engajaram aproximadamente 1.500 empresários.

Grupo comandado por Milene Nicolau (ao microfone) recebeu aporte de R$ 275 mil da Hinode Empreiteira  | Foto: Divulgação 

“O Trato Feito Empresas se formou devido a uma visão diferente em relação ao mundo corporativo. Classificamos-nos como a junção da informalidade e a leveza de grandes parcerias com a certeza de constantes resultados comerciais. Hoje, somos um grande facilitador entre a sua empresa e outros tomadores de decisões”, explica Milene. De acordo com os dados apurados pela organização do grupo, os eventos geraram, aproximadamente, 250 negócios fechados e mais de três mil visitas agendadas.

De olho na ascensão da iniciativa, em julho (em matéria intitulada “Trato Feito Empresas traz nova abordagem ao networking”) o Negócios em Movimento repercutiu os eventos organizados pelo grupo. Por meio da reportagem, a Hinode Empreiteira, interessou-se pela iniciativa e procurou Milene. “Eles entraram em contato comigo, conheceram meu trabalho e aportaram R$ 275 mil na iniciativa”, conta a CEO.

Aproximadamente 1.500 empresários participaram dos encontros e 250 negócios foram concretizados | Foto: Divulgação 
Prontamente este valor foi usado para viabilizar um antigo projeto de Milene: a criação do primeiro Núcleo Trato Feito Empresas. A própria explica o conceito: “Imagina que você precisa de uma roupa: automaticamente remete shopping. Você está com vontade de comer um lanche: remete a fast-food. E quando você precisa de negócios? Nós estamos com um trabalho forte de marketing, para que cada vez que um empresário pensar em negócios, ele procure o nosso núcleo. Como se fosse um shopping center de empresas”.

A primeira unidade do “shopping center de empresas” ficará na Rua Justino Paixão, 530, no Jardim São Caetano, em São Caetano do Sul, e será inaugurado no início de dezembro. O local, de 400 metros quadrados, abrirá as portas com oito empresas fixas (cada uma com uma sala), mas tem capacidade para abrigar dezenas de negócios, que não necessariamente serão fixos. “Nós queremos potencializar os negócios”, comenta.

Além deste, o TFE já estuda a instalação de quatro novos núcleos, que devem ser instalados em regiões estratégicas e com grande potencial de geração de negócios: Santos, São Paulo, Guarulhos e Rio de Janeiro (RJ). 

Planos para 2017

O evento que fechará o ano do grupo ocorrerá em 8 de dezembro no Centro Empresarial Pereira Barreto, em Santo André, onde Milene pretende divulgar algumas novidades para 2017. Está programado para março, por exemplo, o primeiro Congresso Internacional do Trato Feito Empresas, que ocorrerá no ABC (o local ainda está sendo definido), e receberá dois palestrantes de renome internacional no meio corporativo. 

Para o ano que vem, a agenda do grupo já conta com outros 18 eventos marcados (nove deles para regiões que nunca receberam os congressos do TFE), reuniões quinzenais para mentoria com Benício José (da Ravel Tecnologia) e a expectativa de que 2017 seja tão bom quanto 2016. 

O Trato Feito Empresas conta com diversas empresas apoiadoras, entre elas, o caderno Negócios em Movimento da revista Dia Melhor. Para mais informações acesse www.facebook.com/tratofeitoempresas.oficial ou ligue para 95377-3646.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 6,80%

Da Redação 

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção de inflação pela segunda vez seguida. A estimativa de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 6,84% para 6,80%, de acordo com a pesquisa Focus, divulgada às segundas-feiras pelo BC. Para 2017, a estimativa foi mantida em 4,93%. As projeções ultrapassam o centro da meta que é 4,5%. O teto da meta é 6,5% este ano, e 6% em 2017.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto - PIB), este ano, foi ajustada de 3,37% para 3,40%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi alterada de 1,13% para1%. A expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, permanece em 13,75%, ao final deste ano, e em 10,75% ao ano, no fim de 2017.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.


Feiras promovem empreendedorismo e aproximam alunos e empresas na Metodista

Da Redação

Durante está semana a Universidade Metodista de São Paulo promoverá diversas feiras e exposições de projetos. A 1ª Feira do Aluno Empreendedor ocorre na quarta-feira (23), com destaque para a palestra “Empreendedorismo e Planejamento”, realizada pelo especialista do Sebrae Fabio Costa de Souza. O objetivo é promover o empreendedorismo a partir da troca de experiência e interação com alunos e ex-alunos da Metodista que são empreendedores, por meio de espaço para divulgação de ideias, marcas e empresas. A feira ocorre no campus Rudge Ramos (Rua Alfeu Taváres, 149, São Bernardo do Campo) e tem entrada liberada.

Arte: Divulgação 
Já a 2ª Feira de Negócios de Comércio Exterior ocorre entre hoje (21) e amanhã (22) com elaboração de planos de negócios internacionais para mercadorias brasileiras. Os produtos analisados vão desde azeite de oliva até pão de queijo, passando por cachaça artesanal e embalagens decorativas. Os projetos são de alunos formandos do curso de Comércio Exterior, no campus Rudge Ramos, das 18h30 às 22h30, com entrada livre. 

Na quinta e sexta-feira (24 e 25), a Metodista promove a 4ª Feira de Negócios – Top Marketing com alunos do último período de Administração, que apresentarão planos de negócios realizados em forma de TCC. Serão 16 projetos expostos ao público em stands, no campus Rudge Ramos, das 18h30 às 22h30. Os temas vão desde marmitas saudáveis até móveis sustentáveis, passando por lavanderia express e variedade de calçados. O evento também é aberto ao público.