segunda-feira, 10 de abril de 2017

inFlux recebe prêmio Franqueador do Ano em 2017

Da Redação 

A rede de escolas de idiomas inFlux English School recebeu na última sexta-feira (7) o prêmio mais importante do franchising brasileiro, o Prêmio Franqueador do Ano, promovido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). Além da maior honraria, também recebeu o Selo de Excelência em Franchising pela 9º vez e o Prêmio Destaque do Selo de Excelência pela 7º vez, em reconhecimento às franquias que possuem os franqueados mais satisfeitos do mercado.  A cerimônia aconteceu no World Trade Center, em São Paulo, e reuniu os representantes das maiores e melhores marcas do mercado de franquias brasileiro.

Em sua 23ª edição, o Prêmio ABF intitula como Franqueador do Ano a empresa que melhor atendeu as expectativas do mercado no período, tanto na excelência da entrega do produto ou serviço ao consumidor final, quanto no suporte ao franqueado e expansão consistente da marca ao visar um crescimento sustentável.

“Estamos orgulhosos do trabalho realizado e só temos a agradecer a todos que fizeram parte da história da inFlux. Hoje estamos presentes em 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal. São mais de 45 mil alunos obtendo resultados garantidos e comprovados. Nosso nível de satisfação do franqueado e de seus alunos é altíssimo. Tenho que confessar que a inFlux ficou muito maior do que seus quatro sócios”, declara Leonardo Paixão, sócio-diretor da inFlux, durante o discurso de recebimento do prêmio.  

Impulsionado pelo atual momento econômico, a inFlux registrou aumento tanto da procura pelos cursos, por quem busca aprimorar seu currículo, quanto pelos empreendedores que aproveitaram o período para começar o próprio negócio ao liderar uma franquia da marca. Entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano a rede inaugurou 17 novas unidades - crescimento de 70% neste índice em comparação ao mesmo período de 2015 e 2016. 

Com uma estratégia de expansão forte, a inFlux pretende chegar a todos os estados brasileiros. Com 12 anos de atuação no mercado de franquias de idiomas, a inFlux conta hoje com mais de 130 escolas em funcionamento em todas as regiões do País. A meta da rede são 40 novos contratos para 2017. 




Vendas do varejo de material de construção crescem 10% em março

Da Redação

As vendas no varejo de material de construção cresceram 10% no mês de março, na comparação com fevereiro. Com relação a março do ano passado, o desempenho foi 12% superior. Os dados são da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco, que entrevistou 530 lojistas entre os dias 28 a 31 de março.

De acordo com o relatório, no primeiro trimestre do ano, o setor apresenta crescimento de 4% sobre o mesmo período do ano passado. “Nos últimos 12 meses, o desempenho é negativo de 5%, mas os resultados vem indicando que estamos iniciando uma recuperação, depois de dois anos super difíceis, o que nos dá a certeza de que estamos no caminho certo para retomar o crescimento”, declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

Na comparação com março do ano passado, crescimento foi de 12 % | Foto: Arquivo 
De acordo com o a pesquisa da Anamaco, todas as regiões apresentaram resultados favoráveis em março, comparado com o mês de fevereiro. “Com o fim do período de matrículas escolares e de pagamento de impostos como o IPVA, as pessoas voltam a focar seus esforços na reforma da casa. Além disso, a previsão é que em abril saia o primeiro edital do Cartão Reforma, de R$ 100 milhões, iniciando em maio a distribuição na primeira cidade, que será Caruaru, no Ceará. Depois disso, será um edital por mês, até atingir o teto de R$ 1 bilhão em 2017. Isso deve ter um impacto muito positivo no nosso setor, e a nossa previsão é de fechar o ano com crescimento de 5% sobre o ano passado, recuperando as perdas de 2016”, completa o presidente da entidade.

Apesar dos números positivos em março, diminuiu o otimismo do setor com relação às ações do Governo nos próximos meses (de 54% para 45%). Já 37% dos entrevistados afirmou que pretende fazer novos investimentos em 2017 e diminuiu de 16% para 13% a intenção de contratar novos funcionários já no mês de maio.

Os lojistas também esperam que o setor recue um pouco no mês de abril. “Março foi um mês com muito mais dias úteis do que fevereiro, e como fevereiro sempre é um mês muito ruim, a probabilidade é de termos um desempenho mais discreto nos mês que se inicia”, finaliza Conz.



Sindicato propõe ações para alavancar turismo no ABC

Da Redação

O Sindicato das Empresas Hospedagem e Alimentação do Grande ABC (SEHAL) desenvolveu projeto integrado para o segmento de turismo da região, que permitirá impacto positivo na rede hoteleira, nos roteiros gastronômicos e no comércio em geral. A ideia da proposta é desenvolver ações que transformem o turismo em vocação, com as características de cada município, porém explorar as atividades de negócios, religioso e entretenimento. O Sindicato representa mais de 10 mil estabelecimentos em toda a região. 

De acordo com Roberto Moreira, presidente do SEHAL, as políticas estratégicas contemplam o turismo empresarial, com visitas monitoradas às empresas; histórico e cultural, com passeios agendados à Casa de Pedra e Calçada do Lorena; religioso, com destaque para Igreja do Largo da Matriz, Capela Santa Filomena, santuários e mesquitas. E ainda os turismos de aventura, negócios, rural, verde e náutico, com exploração da Represa Billings, além da estrada do Caminho do Mar e Cidade das Crianças, Pavilhão Vera Cruz, Estádio Primeiro de Maio, entre outros. 

“Com certeza temos potencial e condições de fomentar e incentivar a realização de congressos, conferências e workshops e em parceria com entidades empresariais, profissionais e de educação. Todo este movimento impulsiona as nossas rotas gastronômicas: do peixe, frango com polenta, bares e restaurantes”, afirma. 

Para demarcar os corredores turísticos, a proposta prevê instalação de portais em rotas como a do vinho, móveis e pesqueiros. Outra medida seria a capacitação profissional de hotéis, restaurantes, cafés, padarias, postos de gasolina, bancas de jornais e transporte público, transformando esses locais em Centros de Informações Turísticas. Além de o Restaurante Escola, de São Bernardo do Campo, ser polo de excelência na Formação de Profissionais da Gastronomia e ainda desenvolver convênio com entidades ligadas ao turismo para capacitação dos profissionais. 

Moreira explica que a viabilidade do projeto passa pela criação de um conselho municipal de turismo; de um fundo municipal de turismo; lei de incentivos fiscais aos empreendimentos do setor; modernização da lei de feiras e eventos e instalação de uma delegacia regional de turismo.

O plano contempla parcerias com o governo federal, municipal, Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, secretarias municipais de turismo, Agência de Desenvolvimento do Grande ABC, universidades e escolas técnicas, entre outros. 



Empresa chinesa deve instalar fábrica em São Bernardo do Campo

Da Redação

A Prefeitura de São Bernardo do Campo encaminhou novamente o plano para viabilizar a entrada da terceira empresa, de grande porte, na cidade, antes de completar os 100 dias de gestão. Diretores da NVC Lighting, da China, maior fabricante de Iluminação no continente asiático, foram recebidos pelo prefeito Orlando Morando, no prédio do Paço, no início do mês, para discutir a instalação de uma fábrica na cidade. 

Representantes da empresa chinesa reuniram-se com o prefeito da cidade | Foto: Gabriel Inamine 

Com estruturas espalhadas por 40 países, de aproximadamente 15 a 20 mil metros quadrados em cada fábrica, a companhia já possui no município um depósito, que fica no bairro Jardim Planalto. 

“Foi um encontro bastante positivo, que se encaixa com a nossa prioridade de gerar empregos e fomentar novos negócios. A Prefeitura pautou com a empresa a parte de incentivo fiscais, simplificando o processo de instalação e agora vamos avançar as tratativas para que tudo ocorra bem”, destaca Morando.

O polo industrial chinês é um dos mais ricos pelo mundo e tem observado o Brasil como uma de suas fontes de expansão de negócios.  O presidente da NVC, Mike Wang, destacou que “o mercado da Iluminação está em ascensão”.



Indústria 4.0 abrirá novos postos de trabalho

Da Redação

Em uma economia baseada em dados, gerar valor por meio de processos digitais tornou-se um desafio para a indústria mundial. A velocidade de adoção das tecnologias que estão relacionadas ao conceito de indústria 4.0 tem tido variações entre os países e setores industriais. Então, não há ainda estratégias claras que mostrem o passo a passo dessa revolução. Isso torna ainda mais complexo o desafio de transformação digital da indústria no Brasil. 

Ao mesmo tempo, apesar dos recentes sinais de recuperação, a indústria no País ainda precisa retomar sua trajetória de crescimento consistente. Para o presidente da ABDI, Guto Ferreira, o projeto que se tinha não foi concretizado. “Até o ano passado, o projeto de crescimento para o País não se concretizou. As empresas investiram na expansão de fábricas, mas o mercado não acompanhou tal expansão”. 

Dessa forma, o desafio para a indústria nos próximos anos se desdobra em, pelo menos, duas dimensões. A primeira diz respeito a busca pela maior produtividade a partir do aumento da eficiência operacional das plantas. A outra dimensão diz respeito a um processo global de transformação digital da indústria propiciando oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e modelos de negócios. 
Arte: Reprodução

Nesse contexto, as tecnologias da indústria 4.0 podem auxiliar a superação desses desafios. Tais tecnologias podem contribuir tanto para geração e criação de novos negócios, como também para o aumento da eficiência operacional. O momento da indústria, agora, demanda uma ênfase na redução de custos e aumento da produtividade. Algumas das tecnologias da chamada "Indústria 4.0" já estão em adoção no País. "A indústria tem pela frente escolhas estratégicas. A transição da indústria brasileira para esse novo patamar ocorrerá de forma progressiva e heterogênea, com alguns setores e indústrias, seguindo uma trajetória mais acelerada. Levar a indústria a esse novo padrão tecnológico é um desafio para o País", comenta Bruno Jorge, coordenador de Inovação e da Indústria de Alto Impacto da ABDI. 

Considerando a importância do tema a ABDI trabalha para apoiar a indústria nessa transição. Órgãos e entidades também têm realizado ações junto a indústria e seus profissionais. Podem ser citadas as iniciativas dos institutos SENAI com seu apoio tecnológico para projetos nessa área e da Associação Brasileira de Internet Industrial - ABII com projetos demonstradores de tecnologias. 

Em um cenário em que tecnologias como robôs e sistemas de inteligência artificial assumem tarefas que tradicionalmente são feitas por pessoas, a discussão sobre o impacto da indústria 4.0 na força de trabalho tem sido grande. O fato é que tarefas repetitivas e de baixo valor agregado serão transferidas para máquinas e sistemas. Por outro lado, com esse grande volume de dados, tarefas de maior valor agregado que envolvem análise, criatividade e tomada de decisões irão demandar novas competências e também novos profissionais. 

De acordo com Bruno Jorge, dez anos atrás muitas das profissões ou especializações profissionais atuais ainda não existiam. “Como ocorrido nos últimos 10 anos, as tecnologias que constituem a base da Indústria 4.0 criarão novas demandas profissionais criando novos postos de trabalho. Haverá um deslocamento da mão de obra para as novas atividades, e isso ocorrerá de forma gradativa e complementar às atividades profissionais tradicionais, acompanhando a velocidade de difusão dos processos da manufatura avançada na indústria nacional. Esse movimento representa a criação de novos postos trabalho, maior produtividade e competitividade para a nossa indústria, o que contribuirá para um ciclo de crescimento do positivo do setor  e a consequente geração de empregos", observa o coordenador. 

Temas como esse e outros como aspectos regulatórios são debatidos no Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada – GTMAV da Abimaq. Tal grupo formado por empresas relacionadas às tecnologias que compõem a indústria 4.0 desenvolve análises e também projetos que demonstrem a viabilidade técnica de tecnologias de indústria 4.0 que já estão disponíveis no País. Um desses projetos, apoiado pela ABDI, foi o demonstrador de manufatura avançada, apresentado na FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos em 2016 e que envolveu a integração de soluções de 22 empresas em uma linha de produção inteligente. 

O setor industrial brasileiro tem somado forças ao lado do maior exportador do País, o setor agrícola. A ABDI tem trabalhado para que não apenas as matérias-primas sejam exportadas, mas para que o Brasil seja líder no produto final. Atualmente, os três maiores itens de exportação são: soja, minério e carne bovina. A exportação do café em fevereiro deste ano, teve um aumento na receita de 1% comparado ao mesmo mês do ano passado, sendo o que o preço médio da saca chegou a US$ 176,74, resultando na alta de 19,6% no comparativo. 

Porém, se paga caro também quando este grão volta ao nosso País embalado no formato de cápsulas, como explica o presidente da ABDI. "A exportação do café brasileiro, por exemplo, faz com que os outros países transformem os nossos grãos em cápsulas, e exportem para o Brasil de volta. Os brasileiros pagam muito mais caro pelo que foi produzido internamente no País, exportado e depois importado. Isso não tem lógica alguma. São empregos que são gerados em outros países e deveriam estar no Brasil. Hoje, por exemplo, faltam programadores e desenvolvedores nos mais diversos segmentos da economia. São vagas que ficam abertas e poderiam ser ocupadas por jovens de 18 anos com salário de até R$ 20 mil por mês", conclui Guto Ferreira.



Programação neurolinguística auxilia na mudança de comportamentos

Por Vivian Silva

Ser autoconfiante é importante. Mas o que fazer quando a insegurança assola o desenvolvimento profissional e também pessoal? Esse e outros problemas emocionais como, por exemplo, timidez em excesso e ansiedade, podem ser tratadas por meio da Programação Neurolinguística (PNL).

Fabio Nasa é terapeuta, escritor e palestrante | Foto: Divulgação 
De acordo com o terapeuta, escritor e palestrante de Santo André, Fabio Nasa, 40 anos, especialista no método, a PNL é eficaz em diversas situações. “A PNL auxilia no processo de reprogramação comportamental e emocional. Uma ferramenta bastante assertiva que encurta alguns caminhos no processo terapêutico do ser humano e na modelagem de uma pessoa melhor”, afirma.

Nasa explica que a programação neurolinguística compreende três conceitos simples. O primeiro, chamado “neuro”, reconhece que “todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação”. A segunda ideia está ligada a questão “linguística”, na qual utilizamos a linguagem para orientar nossos pensamentos e também comportamentos, além de nos comunicarmos. Já a “programação” é como “organizamos nossas ideias e ações a fim de produzir resultados”.

Baseado nesta tríade, o terapeuta afirma que “a PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados”.

Assim, a ferramenta – indicada para todas as pessoas, independente da idade - auxilia na mudança de comportamentos nocivos.  O número de sessões do método depende de cada caso, segundo Nasa, que atende individualmente ou empresas (grupos). Para mais informações acesse www.fabionasa.com.br, ou ligue 99811-1163.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Grupo Melitta anuncia aquisição da marca mineira Café Barão

Da Redação

A Melitta, multinacional alemã especialista em café e presente no país há 49 anos, anuncia que é a nova detentora do tradicional Café Barão, com sede na cidade de Piumhi, em Minas Gerais. A aquisição da marca, pertencente ao Grupo Mogyana, tem como principal objetivo a ampliação dos negócios em Minas Gerais, mantendo a estratégia da companhia de expandir sua presença nos lares brasileiros.

Com a missão de atender aos mais variados paladares brasileiros, a Melitta dá mais um importante passo em seu plano de negócios e desenvolvimento do mercado brasileiro. De acordo com Marcelo Del Nero Barbieri, presidente da Melitta para a América do Sul, a história de crescimento da companhia é baseada em uma estratégia focada em inovação, lançamentos de sucesso e aquisição. “A empresa identifica mercados e marcas com forte aceitação e potencial de crescimento. E, com toda a sua expertise, trabalha para ampliar os negócios – próprio e das marcas adquiridas –, aproveitando sinergias para oferecer produtos de qualidade em que o consumidor possa confiar para servir café aos amigos e familiares. Essa aquisição vai ao encontro disso”, explica o executivo.

Barbieri, presidente da companhia na América do Sul, comemora a aquisição | Foto: Arquivo 

O Grupo Melitta manterá a operação atual do Café Barão e fará investimentos para desenvolver ainda mais essa marca, além de elevar a capacidade de produção, para que ambas as empresas possam crescer no estado de Minas e em outras regiões. “Aproveitaremos os pontos fortes das duas companhias para conquistar novos consumidores, ampliando o portfólio de marcas e produtos e a presença nos lares brasileiros. Nossa experiência de sucesso com a marca Bom Jesus  reforça nosso compromisso no desenvolvimento do mercado, sempre respeitando a tradição e o legado das empresas que adquirimos”, destaca Barbieri.

A Melitta do Brasil representa o segundo maior faturamento do grupo em todo o mundo, atrás somente da matriz na Alemanha. A multinacional chegou ao Brasil em 1968. Oito anos depois, adquiriu a fábrica Celupa, em Guaíba (RS), onde passou a produzir seus filtros de papel, produto com o qual a empresa é líder no país. Em 1980, construiu sua primeira torrefadora na cidade de Avaré (SP). Em 2006, adquiriu o Café Bom Jesus, torrefadora de Bom Jesus (RS). A partir de agora, é detentora também do Café Barão, marca fundada há 25 anos na cidade de Piumhi (MG).